terça-feira, 20 de julho de 2010

Me chamo amor

E eu não amo e nem tenho horror
Prazer meu bem, me chamo amor
Eu não garanto sorrir e não nego chorar
mas o que justifica temer o frio sem esta a congelar?
E bateu na minha porta feito lança
toda grande, toda certa, era ela, hesperança
E da imagem não perco a lembrança
pois não é só com a música que se dança
E eu lamento não ter falado antes
mas sempre me assustei com seu jeito anti-romance
E se eu pudesse voltar atras
e não tentar te esquecer, jamais, nunca mais
Mas não garanto também me alterar
só garanto viver até a vida cansar de me ensinar.

Suellen Raiana

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Meus comentários: